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Todo mundo quer ter um belo sorriso, não é? Mas beleza deve vir acompanhada de saúde. Desta forma, é essencial que, além daqueles dentes alinhados e branquinhos, eles estejam também saudáveis para exercerem seu papel na saúde bucal da melhor forma. No entanto, muitas pessoas ainda ficam constrangidas por não possuírem todos os dentes. Para corrigir esse quadro, os implantes dentários são opções eficazes para solucionar a falta de um ou mais elemento dental. A dentista Camila Sodré explica o que é necessário para esse procedimento e o que pode impedir a sua realização.

O que são implantes dentários?

Os implantes dentários são cilindros de titânio, parecidos com um parafuso, inseridos dentro do osso maxilar (dentes de cima) ou mandibular (dentes de baixo). Ele substitui a raiz do dente, que foi retirada ou quebrada, podendo então colocar um dente artificial. Por serem incorporados ao osso, o implante dentário dá suporte estável à prótese.

O que pode impedir a realização do implante dentário?

Mesmo com a evolução dos tratamentos orais, ainda é comum haver incertezas por parte dos pacientes para fazer um implante dentário. E também existem alguns casos que possuem contraindicações para o uso. “Dentre as alterações sistêmicas mais importantes que podem contraindicar podemos citar: pacientes com histórico de infarto, insuficiência cardíaca, valvulopatias, câncer desenvolvido, hemofilia, anemia, osteoporose, diabetes e AIDS”, explica a dentista.


Além disso, grávidas e idosos necessitam de uma atenção maior, pois são propensos a terem alterações do metabolismo. É indicado que a grávida aguarde até o fim da gestação e quem tem idade avançada receba um planejamento para outro tratamento reabilitador, como as próteses totais. “Pacientes que estejam fumando ou ingerindo bebidas alcoólicas também não podem receber implantes, devendo interromper seus hábitos e fazer acompanhamento até que estejam aptos”, completa Camila.

Como saber se posso fazer um implante dentário?

Como em qualquer procedimento dentário, o paciente deve se consultar com um profissional para saber se poderá realizá-lo. O dentista analisará se a pessoa possui uma boa saúde dos tecidos periodontais (ao redor da gengiva); não ter infecções ósseas agudas e crônicas na região do implante ou próximas; não ter alterações sistêmicas, como insuficiência cardíaca e câncer; e ter uma liberação médica (caso tiver com um acompanhamento médico).


É necessário também que o paciente já tenha a idade mínima adequada para a realização da cirurgia, além de já ter desenvolvido a fase de crescimento ósseo para colocar o implante. Assim, não haverá nenhum problema para o desenvolvimento normal de seu complexo craniofacial. No entanto, todos esses fatores precisam ser bem analisados conforme ressalta a profissional. “Se o paciente apresentar apenas um dos fatores citados acima não é recomendável que realize a cirurgia de instalação do implante, pois essas condições impedem que o procedimento tenha sucesso”, finaliza.