Os avanços tecnológicos não param, e a cada dia que passa somos surpreendidos por milhares de inovações que tornam tudo muito mais prático e simples. Mas, por mais que não se pare para pensar nisso normalmente, é preciso frisar que essas inovações auxiliam bastante em procedimentos ligados à saúde do ser humano.
Uma situação muito recorrente em âmbitos hospitalares é ter que responder à famosa pergunta: “De 1 a 10, qual é o seu grau de dor?”. E por mais que a gente tente responder, é sempre muito difícil conseguir expressar com precisão o nível de incômodo, e até mesmo o local exato. No entanto, parece que este quadro está prestes a mudar: uma nova tecnologia está surgindo para auxiliar nesse processo, trazendo muito mais eficácia para os médicos e pacientes.

O que é essa nova tecnologia?

De acordo com um estudo publicado recentemente na revista científica Journal of Medical Internet Research, o novo equipamento possibilita que situações de incômodo e dor sejam localizadas com maior eficiência e rapidez. Para isso, óculos de realidade virtual seriam adaptados à um algoritmo capaz de interpretar funções cerebrais que localizam e indicam a intensidade da dor que o paciente sente. Quanto maior e mais intenso for o incômodo, mais avermelhada se torna a região analisada; já quando o local passa por algum processo que amenize a situação - como a aplicação de analgésicos -, a coloração local se torna azul. Dessa forma, o médico passa a ter acesso ao diagnóstico no visor dos óculos.

Como ela se aplica na odontologia?

Uma das áreas que mais será beneficiada será a da odontologia. Isso porque, a princípio, essa nova tecnologia estaria voltada principalmente para o rastreamento de dores em regiões mais próximas ao cérebro, facilitando consideravelmente os processos odontológicos. Mas não para por aí! Apesar de, inicialmente, ela ser limitada à localidades próximas à região cerebral, a ideia é que a tecnologia possa se expandir para detecções de corpo inteiro. Bem útil, né?

Outras tecnologias que estão cada vez mais presentes nos procedimentos odontológicos

Simuladores 3D, escaneamento intraoral, membrana L-PRF e até mesmo o planejamento digital de um sorriso são apenas algumas das tecnologias que têm sido cada vez mais integradas aos tratamentos odontológicos. O escaneamento intraoral é feito com uma máquina que é inserida na área onde ficam os dentes e a gengiva do paciente, projetando uma luz sobre a superfície que vai gerar um modelo virtual da arcada dele. Quanto a membrana L-PRJ, ela aumenta o tempo de velocidade na reparação de enxertos ósseos e tecidos moles, além de reduzir o tempo de cicatrização dos tecidos. Já os simuladores ajudam a prever o resultado de tratamentos.