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Perder um dente pode ser a causa de muito estresse. O primeiro passo, depois disso, é colocar o implante dentário, uma estrutura de metal em formato de parafuso. Em seguida, coloca-se a prótese e pronto! Mas o pós-operatório desse procedimento pode ser bem chatinho devido aos cortes feitos pelos dentistas. Contudo, diferente do procedimento convencional, o implante guiado é uma opção para o paciente passar pelo procedimento de forma mais tranquila. Ele vem sendo cada vez mais usado na odontologia e é um grande alívio para esses quadros! A ortodontista Luciane Kraul tira as principais dúvidas sobre os implantes guiados!

Como os implantes guiados são feitos?

Quando há um implante dentário, é o profissional que define o local onde o “parafuso” será inserido. Com o implante guiado, é diferente. “São implantes com uma moldeira para cada caso, com local exato de implantação dos pinos”, explica Luciane. Em outras palavras, bem antes da consulta do implante, o profissional faz uma tomografia para depois replicar a estrutura dentária do paciente em um computador. Com as informações 3D, ele consegue visualizar melhor a localização em que o parafuso deve ser inserido e, depois, imprime uma moldeira com a indicação exata do local. Dessa forma, o implante e a prótese estarão na posição adequada, garantindo que eles não caiam no futuro.

Qual é a diferença entre o implante guiado para o convencional?

O implante dentário pode ser um procedimento um tanto agressivo. Ele envolve cortes na gengiva e um pós-operatório doloroso. Já o implante guiado também envolve esses cortes, mas de forma muito mais superficial, é uma cirurgia minimamente invasiva. Por conta disso, após o procedimento, o paciente não passa por tantos incômodos. “O resultado estético e funcional é superior, incluindo o processo de cicatrização, evitando intercorrências. A inovação também evita a perda de implantes por planejar antecipadamente as inclinações e posicionamento, baseado na quantidade óssea de cada elemento”, comenta ela. Então, além de uma cicatrização melhor, o paciente também poderá se sentir mais seguro em relação às recidivas, ou seja, a volta dos problemas.

Qualquer paciente pode fazê-lo?

Não. Praticamente em todos os casos que é possível fazer a extração tradicional, pode-se também realizar a guiada. Mas, ainda assim, existem exceções. “Os pacientes com doenças descompensadas não podem fazer o procedimento, assim como aqueles que estão tomando bifosfonato”, alerta. Se você não sabe se está ou não inserido nesses casos, consulte-se com um especialista para ter certeza. Você pode sugerir o implante guiado como mais uma opção de tratamento, mas apenas o profissional poderá indicar o método mais adequado para o seu caso.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Luciane Franco Kraul - Especialista em ortodontia
Jardim América – SP
CRO-SP: 81340