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19.11.2018

Herpes labial na infância pode resultar de um sistema imunológico enfraquecido

  Herpes labial nas crianças: infecção pode estar relacionada a um sistema imunológico fraco
Herpes labial nas crianças: infecção pode estar relacionada a um sistema imunológico fraco

Expert

Vânia Côrtes

Vânia Côrtes

CRO PR 14.282

Graduada em Odontologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná 2002; Especialista em Odontopediatria pela Universidade Federal do Paraná 2004; Habilitada para Sedação com Óxido Nitroso e Oxigênio – Universidade Positivo; Palestrante no Curso de Amamentação da Sociedade de Mulheres Médicas do Paraná; Atua em consultório particular desde 2002.

Uma criança com febre pode significar diversas coisas, inclusive, herpes labial. Isso mesmo! Bolhas dolorosas que se formam ao redor do lábios, o herpes é uma doença que também atinge crianças e que, por ser crônica, uma vez contraída não há cura, apenas tratamento para alívio dos sintomas e cicatrização das lesões. Para os pequenos, o cuidado com a infecção deve ser ainda maior, já que o sistema imunológico deles ainda não foi completamente desenvolvido. Por isso, será que essa infecção pode resultar em problemas futuros, já quando o paciente estiver adulto? A odontopediatra Vânia Côrtes explica.

O contágio do herpes labial em crianças

De acordo com Vânia, a criança contrai o herpes labial pelo contágio direto das lesões, na fase ativa, da pessoa contaminada com o vírus. O maior agente propagador do herpes é exatamente o adulto. Isso acontece porque mais de 70% das pessoas nessa fase tem o vírus instalado no organismo, ainda que não esteja se manifestando.

Geralmente, esse contágio acontece com o beijo. Sim, mamães, muito cuidado com o beijo! Ele deve ficar suspenso enquanto a infecção estiver ativa. Assim que as bolinhas sumirem, o carinho é permitido. Além disso, o contato indireto também acontece por copos, canudos, toalhas e qualquer objeto compartilhado.

Os riscos do herpes labial durante a infância

Nos pequenos, a febre pode começar antes mesmo do aparecimento das bolinhas e deve ser prontamente cuidada, já que as defesas imunológicas das crianças ainda são básicas e não 100% desenvolvidas. Um outro risco é a possibilidade de contrair herpes em outros locais do corpo. Quando as bolinhas estouram, elas liberam um líquido altamente infeccioso. O contato desse líquido com qualquer parte do corpo pode resultar em contaminação.

“A pessoa que foi contaminada, pode ficar com o vírus latente e não necessariamente manifestar a doença, mas num quadro onde a imunidade está baixa, a doença normalmente se manifesta”, responde Vânia. Portanto, o único problema futuro é a herpes em si, que deve ser administrada quando for ativada. Por ser crônica, não existe nenhuma forma de curá-la totalmente, mas existem sim remédios e pomadas que agilizam o tratamento.

Herpes labial como tratar?

“Se a manifestação da doença é recorrente, deve ser feito um tratamento via oral com o remédio Aciclovir. Além disso, pomadas também são usadas diretamente nas lesões”, alerta a odontopediatra. Também deve-se fazer um acompanhamento diferenciado com os pequenos. “Converse com o pediatra da criança para investigar a imunidade dela”, finaliza. Não se esqueça de também manter os cuidados com a higiene bucal.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Vânia Côrtes - Especialista em Odontopediatria
Curitiba - PR
CRO PR 14.282

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