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12.12.2016

Fugindo da dor: conheça quais são os tipos de anestesias usadas pelos dentistas

Você sabia que o anestésico aplicado antes do procedimento cirúrgico nem sempre é o mesmo?
Você sabia que o anestésico aplicado antes do procedimento cirúrgico nem sempre é o mesmo?

Expert

Viviane Fellows

Viviane Fellows

CRO: 42816

CEO do Atelier Odonto Rio, cirurgiã-dentista e pós-graduada em próstese dentária. Possui atualização em cirurgia Oral pela Associação Brasileira de Odontologia e Smile Desinger – DSD Team Acrreditation.

A cirurgia bucal está marcada e o nervosismo já começa a tomar conta. A mínima possibilidade de sentir dor é o suficiente para querer desistir, né? Se esse é o seu maior medo, fique tranquilo. A dentista Viviane Fellows garante que para cada caso cirúrgico existe um anestésico específico e capaz de impedir qualquer desconforto. O Sorrisologia explica quais são eles.

Anestesia local x anestesia geral

De maneira geral, o profissional pode optar entre duas técnicas anestésicas: a local e a geral. Viviane explica que, no caso da anestesia local, a aplicação pode ser feita pelo próprio cirurgião dentro do consultório. Por outro lado, a anestesia geral requer mais cuidados. “Ela tem que ser realizada pelo médico anestesista em um hospital ou em clínicas apropriadas”, esclarece.

Os anestésicos odontológicos mais conhecidos

As técnicas para inibir a dor já evoluíram bastante desde que a anestesia foi criada, por isso, não faltam opções de anestésicos odontológicos. Segundo a dentista, existem pelo menos cinco tipos mais comercializados. Em cada um deles, alguns critérios como características do paciente e qual procedimento será realizado são levados em consideração na hora da escolha.

Lidocaína

É considerado, de acordo com Viviane, o anestésico padrão na odontologia. Ele costuma ser utilizado para procedimentos de duração média e também é o mais indicado para gestantes. A ação no organismo começa entre dois a três minutos.

Articaína

Ao contrário da lidocaína, esse é um anestésico de longa duração e não é apropriado para gestantes, podendo oferecer alguns riscos tanto para a mãe quanto para o feto. Com ele, o efeito tem início a partir de dois minutos.

Prilocaína

A dentista conta que essa substância tem as mesmas características da articaína, também deve ser evitada em gestantes e pacientes que apresentam hipotireoidismo, diabetes e ansiedade.

Mepivacaína

Esse anestésico é outra opção para os procedimentos de duração intermediária. Viviane explica, no entanto, que a substância tem toxicidade e potência duas vezes mais forte que a lidocaína. Com ela, o efeito no organismo acontece depois de um ou dois minutos.

Bupivacaína

Esse anestésico é o que apresenta duração mais longa e sua diferença para os outros tipos é bem significativa. De acordo com Viviane, a potência da bupivacaína é quatro vezes mais forte que a da lidocaína. No corpo, o efeito começa entre seis a oito minutos.

Anestesias e reações alérgicas: o que fazer?

Apesar de raro, é possível que essas substâncias anestésicas não sejam bem recebidas pelo organismo. A reação alérgica, no entanto, pode e deve ser evitada. “Qualquer paciente ao chegar ao consultório deve preencher um ficha em que irá relatar quaisquer tipos de alergia e doenças que ele venha a apresentar. É de extrema importância que o dentista investigue a saúde deste paciente antes de qualquer procedimento”, conta Viviane.

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